• Carlos Guglielmeli

Pábio Mossoró mentiu durante as eleições e medidas provam que contas públicas estão em frangalhos


Foto: Reprodução (com edição)
"As contas públicas em Valparaíso estão em frangalhos e quem vai pagar o 'pato' da irresponsabilidade e da reeleição de Pábio Mossoró (MDB) vai ser o povo."


Essa é a dura realidade que começou a ser revelada após as eleições com o 'pacote de maldades' enviado pelo prefeito para aprovação da Câmara Municipal.


O caixa está furado e já vinha furado de antes, pois o Projeto de Lei 373 proposto por Pábio só tem uma finalidade, legalizar o calote que a prefeitura já estava dando no recolhimento das contribuições patronais dos servidores públicos.


Mas não para por aí, mesmo em meio a uma crise na saúde, deliberadamente o prefeito Pábio Mossoró gastou mal pensando na sua reeleição, à exemplo dos milhões e milhões do dinheiro público empregados no 'asfalto farinha' e alguém vai ter que pagar por isso.


Advinha quem?


Para começar a sanar o rombo que fez no caixa da prefeitura, o prefeito propõe mais uma maldade no PL 375, que pretende aumentar em 30% a contribuição previdenciária dos servidores municipais, passando-a de 11 para 14%. A categoria já está penalizada com o congelamento de todos os seus direitos de progressão.


E tem mais, não vai ficar só nas costas do funcionalismo, os serviços públicos já começam a ser afetados, desde que passou as eleições não se viu mais os mutirões de diagnósticos da Covid-19 e só duas obras públicas continuam a ser tocadas na cidade, a passos de tartaruga e por 'livre e espontânea pressão', uma pequena duplicação de pista entre as etapas B e C e o balão de entrada do Valparaíso II.


A entrada do Val II, por exemplo, já está 'enchendo o saco', são 100 propagandas publicadas por dia da mesma obra.


Acreditou quem quis naquela imagem do bom moço vendida por Pábio Mossoró, as notícias sobre a falta de transparência e manobras no orçamento já indicavam a possibilidade de corrupção e descontrole nas contas públicas. Agora é esperar pela sorte, pela improvável justiça, ou para que o tempo passe rápido.

Carlos Guglielmeli

O nosso objetivo é comentar as notícias com uma pitada de avaliação pessoal. Aqui a primeira pessoa, tanto singular como do plural, não são proibidas nos textos.

Boa leitura!

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