• Carlos Guglielmeli

Pábio e Zeli negligenciam a Covid-19 e quem paga o pato é o povo, o comerciante de Valparaíso

Em Valparaíso de Goiás os aliados do prefeito reeleito, Pábio Mossoró (MDB), e de sua vice, Dra. Zeli Fritsche (PDT), tentam por o agravamento da pandemia do novo coronavírus na conta da população, mas a realidade é que os valparaisenses foram mal liderados nesse assunto e a conta que estava escrito nas estrelas que chegaria, chegou.


Foto: Reprodução (com edições da redação)

Após a limitação do horário para circulação das pessoas e de funcionamento do comércio, o prefeito valparaisense anunciou neste domingo (21) o fechamento de todas as atividades econômicas consideradas não essenciais por 14 dias devido o aumento de óbitos de infectados pela Covid-19. Valparaíso é o epicentro da crise sanitária no Entorno Sul, com mais do dobro de mortes ocorridas em Luziânia, 2ª colocada no ranking de óbitos nos últimos 30 dias.


Pábio e Zeli botaram a mão em algo em torno de R$ 30 milhões enviados pela União destinado à estruturar o município para enfrentar um momento como o atual, mas com essa fortuna, capaz de construir dois hospitais de urgência com 240 leitos cada, não conseguiram adquirir quase nada além de uma meia dúzia de macas e respiradores para imprensar em cubículos disfarçados de leitos hospitalares.


E a dinheirama para enfrentamento da pandemia, que não se sabe onde foi parar, não fica por aí, tem mais algo em torno de R$ 5 milhões que a prefeitura deu de calote na contribuição patronal dos servidores municipais e as correções salariais que não realizou com a desculpa da pandemia.


Além de adquirir as tais macas e respiradores, que não beiram nem um décimo do recurso recebido, o que se tem conhecimento do destino dado a essa fortuna por Pábio e Zeli é a compra, por exemplo, de álcool em gel pela bagatela R$ 25,00 cada embalagem com 440 gramas, quando o mesmo custava em média R$ 6,98 no varejo. Tem também o Kit Laringoscópico que custou três vezes mais que o mesmo equipamento comprado cerca de três meses antes pela própria gestão.


Fora o dinheiro público que ninguém sabe que fim teve, Mossoró deu maus exemplos, não indicou para a comunidade valparaisense o melhor caminho a seguir, não ajudou os comerciantes a "educar" a clientela. Quem não se lembra das aglomerações em reuniões políticas na pré-campanha, durante a campanha eleitoral, em comemorações como a da reeleição e confraternizações de fim de ano?


Não há um único registro público de uma básica distribuição de máscaras para a população, a não ser em uma carreada eleitoral.


O que se pode concluir juntando esses acontecimentos é que, com dolo, Pábio Mossoró e Zeli Fritsche disfarçaram e omitiram a gravidade da Covid-19, além de, no mínimo, terem colocado o dinheiro para enfrentar a pandemia em obras eleitoreiras, descartáveis, e agora jogam a bomba no colo da população, principalmente dos comerciantes.


Não é?

Veja alguns dos exemplos mais recentes em que o "líder" municipal emitiu um recado público equivocado sobre a gravidade da pandemia:


Dia 19 de dezembro de 2020: Confraternização com aliados políticos, amigos e família


Dia 04 de dezembro de 2020: Evento público de inauguração do Brasil Center Shopping:


Dia 18 de novembro de 2020: Carreata de comemoração pela vitória eleitoral:


Carlos Guglielmeli
Eu_com_a_mão_no_bolso_lado_direito_PNG_f

O nosso objetivo é comentar as notícias com uma pitada de avaliação pessoal. Aqui a primeira pessoa, tanto singular como do plural, não são proibidas nos textos.

Boa leitura!

Siga "PELO MUNDO"
  • Facebook Social Icon
  • Google+ Social Icon
  • YouTube Social  Icon
  • Blogger Social Icon
  • Instagram Social Icon
Publicidade
https://www.jornalopcaodoentorno.com
https://www.jornalopcaodoentorno.com

https://www.jornalopcaodoentorno.com
https://www.jornalopcaodoentorno.com

1/4

Parabéns! Sua mensagem foi recebida.