• Carlos Guglielmeli

A informação pode e deve definir as eleições em Valparaíso



Já falamos aqui sobre importância da imprensa no processo eleitoral de Valparaíso, agora vamos abordar a aparente disposição das pessoas em se informar, além da capacidade dos veículos de comunicação local de oferecer o tipo de conteúdos que elas querem.


Pelo visto as eleições não vão ser adiadas e se forem, não devem passar de dezembro ainda deste ano, sem provocar muitas mudanças no cenário.


Com isso os prazos estão correndo, inclusive para que os pré-candidatos façam política e politicagem em meio à pandemia de coronavírus, que pode definir as eleições.


O fazer e o como fazer política nesse período de pandemia pode atender aos objetivos dos pré-candidatos ou ser um tiro no pé, dependendo da proximidade que eles tiverem ou não com a realidade atual. Já a politicagem tende a ser só um tiro no pé mesmo, com ganhos apenas pontuais, muito esporádicos e passageiros.


Em Valparaíso, para se defender da politicagem a população, além de ter uma boa oferta de veículos de informação e informadores sociais com variadas tendências, está mais atenta aos assuntos da cidade.


Com isso, cada dia que passa o que pode sair ou o que de fato sai na imprensa se torna mais decisivo.


Já é possível observar uns e outros usando seus canais amigos para destruir a reputação do adversário ou adversária, porém os indícios são de que os valparaisenses pretendem ver uma disputa eleitoral diferente, com mais conteúdo.


Se isso for verdade, os adultos serão separados das crianças e vai sobrepor suas ideias quem tiver a capacidade de desenvolver narrativas que se encaixem na nova expectativa da sociedade. Neste caso as opções de canais de comunicação se restringem muito em Valparaíso.


A imprensa pode ser isenta, mesmos que atrás das câmeras, dos textos e dos microfones existam pessoas com preferências pessoais, tudo depende do quanto sério é o trabalho dela.


O "bang bang" vai continuar tendo espaço, mas é esperado, pelos números vistos em reações nas redes sociais, que a credibilidade das notícias vai ser importante. Até mesmo para desqualificar os apócrifos.


Tudo indica que, muito além da fofoca, a informação deve ser o "X" da questão nessas eleições, cabendo à população apenas escolher sua fonte predileta de notícias. Tomara que as melhores.


Acompanhemos.


Carlos Guglielmeli

O nosso objetivo é comentar as notícias com uma pitada de avaliação pessoal. Aqui a primeira pessoa, tanto singular como do plural, não são proibidas nos textos.

Boa leitura!

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