• Carlos Guglielmeli

Não tem liminar do STF ou Regime de Recuperação Fiscal que resolva os problemas da má gestão Caiadis


Não tem liminar do STF ou Regime de Recuperação Fiscal que resolva os problemas da má gestão Caiadista

Recentemente o ministro Gilmar Mendes do STF (Supremo Tribunal Federal) concedeu uma liminar ao Governo do Estado de Goiás para que ele suspenda o pagamento de 6 empréstimos, totalizando R$ 170 milhões por mês, e seja aceito pela União no RRF (Regime de Recuperação Fiscal).

Esse seria um motivo para a gestão Caiado comemorar, já que ele buscou isso a todo custo?

Não. Agora o governador Ronaldo Caiado (DEM) e sua equipe passam a ter obrigação de virar a chave e fazer as coisas darem certo, mas eles já sabem que não vão dar conta. Aliás, suponho que ao menos isso eles saibam.

A economia de Goiás está derretendo com a falta de gestão. Prestes a entrar no 7º mês, o atual governo nada fez para aumentar a receita, para melhorar a competitividade do estado ou qualquer outra coisa que se pareça com o significado da palavra fomento. Pelo contrário, todas as ações do governo Caiadista até aqui foram no sentido de cortar, diminuir, desmontar. Tudo sempre hostil.

O programa de incentivo fiscal é um exemplo disso. A duas décadas o estado só tinha o agronegócio como player econômico e com os incentivos criou um parque industrial de respeito trouxe, por exemplo, as indústrias farmacêuticas e automobilísticas, gerando emprego para a população e receita para a administração pública. Hoje as empresas, grandes marcas, se veem inqueridas como se fossem organizações criminosas.

Por isso a Unilever decidiu deixar o estado e as coreanas KSB e a EnspireGroup, que já tinham assinado um termo de intenção com Caiado para instalar a maior usina fotovoltaica do mundo em Goiás, resolveram levar seus quase 2 mil empregos e cerca de R$ 8 bilhões em investimentos para o Mato Grosso do Sul.

Hoje Goiás é o 2º estado que mais fecha postos de emprego formal no Brasil, enquanto no passado, durante a pior parte da atual crise financeira nacional, 2015, 2016 e 2017, era um dos três que mais empregava no país.

Em vez da pirotecnia de cortar gratificações de R$ 100,00 ou R$ 500,00 pagas a servidores que atendem até 150 goianos por dia, Ronaldo Caiado tinha de fazer intervenções profundas que resgatassem e ou ampliassem a economia do estado.

Nenhuma diminuição de gastos vai superar a desindustrialização estadual ou o ciclo vicioso de queda na arrecadação promovido pelo governo Caiado.

Infelizmente com o RRF ou sem ele, a tendência é de que a situação do estado de Goiás piore e isso não é uma questão da herança maldita, como diz o governador, já está claro para geral que o problema é a má gestão do democrata.

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Carlos Guglielmeli
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Boa leitura!

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