• Carlos Guglielmeli / Imagem: Reprodução

Assim como a chupeta da Monica Levinsk não foi sexo para Bil Clinton, áudios trocados via WhatsApp c


No final das contas quem mentiu mesmo foi o presidente Bolsonaro e seu filho Carlos Bolsonaro, justamente eles quem chamaram o ex ministro Secretaria Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, de mentiroso quando ele afirmou ter falado com o “Comandante” no dia 12 de fevereiro.

É certo que Bebianno disse ter mantido contato com Jair Bolsonaro naquele dia para diminuir a pressão sobre ele das denúncias de que o PSL tinha enviado dinheiro do fundo partidário para “candidatos laranjas” durante as eleições passadas, quando o ex ministro era presidente do partido.

Nas trocas de mensagens, que não vou transcrever aqui porque já estão para lá de massificadas pela mídia, o presidente e o então ministro falaram da agenda de Bebinano que continha uma reunião com um executivo da Rede Globo, a quem Bolsonaro se referiu como “inimiga” e sobre uma viagem de ministros para a Amazônia.

Portanto, que eles se falaram, se falaram sim, e no final quem mentiu foi o Carlos Bolsonaro, com o aval do presidente. A não ser que, assim como a “chupeta” da Mônica Lewinsky não foi sexo para o Bill Clinton, as mensagens trocadas via WhatsApp com Bebianno não foi conversa para Jair Bolsonaro.

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Carlos Guglielmeli

O nosso objetivo é comentar as notícias com uma pitada de avaliação pessoal. Aqui a primeira pessoa, tanto singular como do plural, não são proibidas nos textos.

Boa leitura!

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