• Carlos Guglielmeli / Foto: Reprodução

Em Valparaíso, oposições praticam a estratégia do QUANTO PIOR MELHOR para se livrar do ostracismo


A política também pode ser suja por outros motivos que não a roubalheira, comum nos noticiários. Em Valparaíso por exemplo, a política é mais suja pelo terrorismo praticado por grupos de preteridos que tentam a todo custo criar um ambiente ruim na cidade.

Tentam fazer a população de bobos, como se ela fosse completamente desinformada ou incapaz de avaliar.

Os destituídos do governo anterior, inventam críticas à tudo por meio de deturpações do que se faz em benefício da cidade. O objetivo desse grupo é pressionar o governo a lhes devolver as chamadas “boquinhas”, cargos e contratos que não produzem nada para a população.

Do judiciário se ouve histórias de uma histeria, que hoje implica até com o uso da cor azul na identificação visual do que é público, mesmo que essa seja a cor predominante na bandeira e no brasão da cidade, só porque ela também é presente nos símbolos partidários do atual gestor municipal. No passado esse mesmo poder não se opôs, dessa forma, ao vermelho que pintou Valparaíso, mesmo que essa pigmentação nunca tivesse feito parte dos símbolos municipais, mas apenas predomina a logomarca do partido da então prefeita.

Um terceiro grupo é formado por uma vanguarda desatualizada da política local, que mesmo tendo errado todas as suas últimas apostas, ainda se consideram professores de Deus. Um desses indivíduos lidera a turma que quer pintar o Senador Ronaldo Caiado (DEM) de ouro, um político com mandato a tantos anos, que mesmo assim nunca mandou um “palito de dente usado” ao entorno e agora se diz dono das soluções para a região ignorada até agora.

A estratégia é causar o maior desconforto possível na sociedade para anular as atuais conquistas da população.

Exemplo disso foi uma notícia inverosímel disseminada no aplicativo WhatsApp pelo presidente do partido de Caiado em Valparaíso. Nela o vanguardista afirmava que o governo municipal havia aumentado em 40% a taxa de iluminação pública da cidade. A intenção era anular a conquista alcançada com a religação da iluminação na BR 040.

Como vampiro que se alimenta de sofrimento alheio ao envés de sangue, esse mesmo personagem vem a público hoje, 03/07, tentar tirar proveito de vidas perdidas para a violência que assola todo o país, fazendo politicagem, como se essa fosse uma realidade apenas local.

O valparaisense hoje convive com políticos prontos para evitar ao máximo os avanços públicos, que usam a estratégia do “quanto pior melhor” para beneficiar apenas seus projetos particulares em detrimento dos interesses públicos.

A única vacina contra essa depressão que desvaloriza os imóveis e deprecia os próprios cidadãos é a informação, que por sorte existe em abundância na cidade. Somente 20 minutos de leitura ao final do dia imuniza as pessoas desse mal.

Vocabulário: Ostracismo significa isolamento ou exclusão.


Carlos Guglielmeli

O nosso objetivo é comentar as notícias com uma pitada de avaliação pessoal. Aqui a primeira pessoa, tanto singular como do plural, não são proibidas nos textos.

Boa leitura!

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