• Carlos Guglielmeli

PEC que limita os gastos públicos foi aprovada. Entenda qual sua importância


O Senado Federal aprovou ontem a famosa PEC que limita o "crescimento"dos gastos públicos e até hoje a maioria das pessoas não entendem, tão pouco pararam para tentar entender do que se trata.

Ao contrário do que dizem os militantes do PT, a PEC não tem o objetivo de cortar dinheiro da Saúde e da Educação, a emenda constitucional trata de moralizar, limitar o aumento da gastança desenfreada que abasteceu os esquemas de corrupção e endividou o país.

O que o Brasil precisa é de gastar melhor, não de gastar mais. De 1997 até 2006 os gastos públicos cresceram 17% acima da inflação, já de 2007 a 2014 o crescimento atingiu 50% também acima da inflação, sem que os serviços públicos acompanhassem essa evolução. Foram milhares e milhares de cargos para apadrinhados, bilhões e bilhões de Reais em superfaturamentos de contratos e obras, tudo isso saído dos cofres públicos.

Gastaram tanto que tornaram o rombo impagável fazendo do Brasil um provável caloteiro. Isso afugentou investimentos, o que provoca desemprego, que por sua vez aumenta a recessão, que provoca mais desemprego ainda, que fortalece o ciclo vicioso recessivo.

A história de que a PEC 241 vai tirar dinheiro da saúde e da educação pública é apenas um pano de fundo para o verdadeiro interesse da oposição que adota a política de “quanto pior melhor” para justificar a crise que eles criaram com políticas financeiras “criativas” para não chamar de criminosas.

Parte de recuperação nacional está diretamente ligada a retomada da confiança para o investimento. Um empresário só vai investir na ampliação de sua empresa e consequentemente gerar emprego e renda se enxergar um ambiente com preceitos mínimos de segurança no retorno.

A aprovação de ontem é uma regulação de parte da economia que devolve um pouco da seriedade e previsibilidade necessária para a retomada dos investimentos no Brasil.


Carlos Guglielmeli

O nosso objetivo é comentar as notícias com uma pitada de avaliação pessoal. Aqui a primeira pessoa, tanto singular como do plural, não são proibidas nos textos.

Boa leitura!

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