• Carlos Guglielmeli

Estudantes protestam contra a PEC 241. Será que eles sabem contra o que estão protestando?


Nos últimos 14 anos a dívida pública da União e dos Estados e Municípios que lhes acompanharam no modo operante, cresceu em proporções astronômicas por conta de uma política pública ideológica populista e irresponsável.

Esse endividamento público ultrapassou todos os limites, levando os caixas das unidades federativas ao colapso e essa sangria de dinheiro público precisa ser contida proibindo que governantes continuem gastando mais do que arrecadam.

A PEC 241 tem o objetivo de impor um limite no “crescimento” dos gastos públicos e consequente o recuo do rombo financeiro da União, Estados e Municípios. A grosso modo é uma Lei de Responsabilidade Fiscal Geral que “limita o poder de endividamento” ao índice da inflação.

Não há nada nesta PEC que mude o piso de investimentos na Educação e ou na Saúde que são limitados pelo PIB, que hoje é negativo por consequência da crise.

Trocando em miúdos, com PIB negativo por conta da crise os investimentos em Saúde e Educação ficam menores, porém se a crise recuar e o PIB voltar a crescer, os investimentos nessas duas áreas também cresce.

A PEC 241 tem justamente o objetivo de ajudar a tirar o pais dessa que é a sua pior crise econômica e consequentemente aumentar seus investimentos, principalmente em Educação e Saúde que são “gatilhados” pela relação entre gastos e arrecadação.

Manipulados pelos discursos maldosos dos falsos socialistas esses jovens “Rebeldes sem Causa” estão sendo usados para atrapalhar exatamente aquilo pelo que teoricamente lutam.

A manipulação maliciosamente estratégica é somente para impedir que os problemas sejam solucionados e fique provado definitivamente que a esquerdopatia é de fato o grande causador dos atuais problemas nacionais.

A rebeldia de acadêmicos não pode ser embasada em boatos. Invadir e tomar espaços públicos desconhecendo completamente os motivos pelo qual se faz isso tira a credibilidade desse e dos próximos movimentos estudantis.


Carlos Guglielmeli

O nosso objetivo é comentar as notícias com uma pitada de avaliação pessoal. Aqui a primeira pessoa, tanto singular como do plural, não são proibidas nos textos.

Boa leitura!

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