• Carlos Guglielmeli

O esporte amador e de rua devem ser usados como instrumentos sociais


Repetir o título soa como um clichê óbvio que sai da boca de todos, mas é praticado por poucos e quase nenhuma gestão municipal.

A convite da Pré-Candidata a vereadora Aída Barbosa, eu que também sou pré-candidato a vereador em Valparaíso, estive na final do 37º campeonato de Futebol Society do bairro Jardim Ingá protagonizada pelos times JK de e Meninos da Vila.

O evento esportivo que de amador não tem quase nada, ofereceu uma narração digna das melhores rádios protagonizada ao vivo pelo Nildo Costa e comentários de Willian Vieira, foi organizado pelo líder comunitário e pré-candidato a Vereador de Luziânia Agnaldo França e apoiado pelo Presidente Municipal do PTC (Partido Trabalhista Cristão) de Luziânia Zé Maria.

Os principais pré-candidatos a prefeito de Luziânia Marcelo Melo e de Valparaíso Pábio Mossoró também prestigiaram o evento e testemunharam o tamanho da mobilização social que ele é capaz de gerar.

O fato é que eventos como esse e outros precisam praticamente se transformar em políticas públicas de combate a violência e a criminalidade.

As gestões municipais precisam observar esses eventos como inspiração para a criação de políticas públicas que incentivam à prática de esportes rua a rua, bairro a bairro.

Lideranças de bairros e ou de ruas precisam ser reconhecidas e utilizadas não como instrumentos eleitorais, mas sim como “também” guardadores e administradores de equipamentos públicos, como bolas, redes de Voley, traves de golzinho que devem ser espalhados por toda a cidade e usados diariamente.

Ao contrário de jovens ociosos nas esquinas servindo de presas fáceis para os aliciadores e bandidos, as administrações municipais podem ajudar a formar uma nova geração com antigos costumes saudáveis que ocupem os espaços que hoje vem sendo dominado pela violência.

Onde tem iluminação pública adequada, limpeza urbana, jovens, crianças e adultos batendo uma bolinha de qualquer que seja a modalidade, não haverá marginais circulando com facilidade. Isso está claro para mim.


Carlos Guglielmeli

O nosso objetivo é comentar as notícias com uma pitada de avaliação pessoal. Aqui a primeira pessoa, tanto singular como do plural, não são proibidas nos textos.

Boa leitura!

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